sexta-feira, 11 de julho de 2014

A LETRA MATA ?


QUANDO É QUE A LETRA MATA? Em primeiríssimo lugar, esta palavra não tem,nada a ver com o famoso“conhecimento mata”é o que  muita  gente , equivocadamente  interpreta .

 Mas a asseveração paulina está falando sobre a lei de Moisés, a qual julgava o pecado e condenava o pecador a morte; por isso a LETRA MATA !.


 Além dessa interpretação primária, podemos fazer também uma i n t e r p r e t a ç ã o secundária. 


A LETRA MATA q u a n d o somos LITERALISTAS, ou seja, quando interpretamos a Palavra pelo seu lado literal, frio, radical, inumano, algo sem  s e n t i m e n t o . 
N ã o podemos esquecer: A chave da interpretação bíblica é JESUS. 


Devemos julgar, ajuizar qualquer coisa a partir da vida de Jesus, pois Ele é o nosso parâmetro, modelo, arquétipo. Outra forma de matar é fazê-lo EM NOME  DO QUE ESTÁ ESCRITO. 


Tem muita gente matando em nome de Deus baseado no “está escrito”. Porém disse Jesus: “... MASTAMBÉM ESTÁ ESCRITO!”


1. Como diz certo escritor, nóssomos o único exército que mataos seus feridos. E os matamosutilizando-nos da mesma Palavraque deveria dar a eles vida e curálos.


2. A igreja, depois de Cristo,começou a torcer a cana quebradae a apagar o pavio que fumegaa t r a v é s d o s e u m o r a l i s m oexacerbado. Infelizmente, a igrejavirou lugar de “coveiros” de plantãoque, a qualquer suspeita, exumamcorpos mortos e em decomposiçãopara mostrar erros do passado.


3. A igreja virou justiceira. Como talé i m p i e d o s a , i n c l e m e n t e ,detestavelmente justiça própria. Nasua construção moral, criou opecado para morte, a culpa, o limitepara o perdão, coisa que Jesusnunca estabeleceu como norma,lei, regra.


4. Há irmãos que fazem o tipo“advogado de Deus” como seestivessem ajudando o Todo-Poderoso a proteger e manter suaigreja santa e imaculada a partir desua ótica. Mas não sabem queestão construindo o túmulo ondeserão enterrados.


5. A Igreja precisa ler mais osevangelhos para interpretar asquestões da vida MAIS PELA VIDADE JESUS do que por uma palavrafria, literal e sem sentimento, pois “aletra mata”.


6. Precisamos tirar nossos irmãosda Cruz. Estamos crucificandoaqueles que foram perdoados porJesus.


7. É um perigo mor tal quandocrentes começam a usar o ESTÁE S C R I T O f o r t u i t a econvenientemente para garantir queo que está fazendo é da inteiravontade de Deus. Assim a LETRAMATA.


A LETRA MATA


1. A LETRA MATA quando fazemosl e i t u r a s  b í b l i c a s  d e s c o n t e x t u a l i z a d a s ,descomprometidas com o fatocultural, histórico-social do texto,sem nenhuma santidade com aexatidão daquilo que estamosfalando.


2. A LETRA MATA quando as“pedras que trazemos nas mãos”para apedrejar alguém exercemmais fascínio do que o perdão deDeus.


3. A LETRA MATA quando nos falta ahumildade para abaixar e lavar ospés empoeirados de alguém.


4. A LETRA MATA quando asnormas que seguimos passam aser maiores do que a própria vida.


5. A LETRA MATA quando nose s c a n d a l i z a m o s p e l a a ç ã oencantadora de alguém pela obrade Deus.


6 . A L E T R A M ATA q u a n d omatamos um irmão em nossocoração, sem lhe dar nova chance.


7. A LETRA MATA quando oimpulso de condenar é maior doque a vontade de absolver.


8. A LETRA MATA quando o desejode ser santo é maior do que o deser gente.


9. A LETRA MATA quando aquiloque matamos é “o diferente” quenão aceitamos.


1 0 . A L E T R A MATA q u a n d oroubamos as viúvas, matamos osprofetas, mas damos o dízimo doque nem precisamos dar, numatotal e mentirosa demonstração dedevoção.


11. A LETRA MATA quando damosuma de “bonzinhos” a fim deescondermos maldades malignas.


12. A LETRA MATA quando oCOMPRIMENTO da Lei é maior doq u e o C U M P R I M E N T O d amisericórdia.


13. A LETRA MATA quando apredisposição de quem a interpretatem sempre a intenção de segregar,matar, punir, condenar.


14. A LETRA MATA para os que sóveem o lado punitivo da Lei, porquenão conseguem enxergar belezanos atos humanos.


15. A LETRA MATA quando nãoconseguimos enxergar o nossoirmão como irmão, mesmo depoisde ter cometido um fatídico erro.


16. A LETRA MATA quando nãoQUEREMOS ENTRAR NA CASA EPA R T I C I PA R DA F E S TA D ECOMEMORAÇÃO pelo retorno doirmão que estava morto, mas decidiuvoltar para a casa do pai.


17. A LETRA MATA quando o nossoreligiosismo tira de nós a alegria deuma vida simples, fr utífera eabençoadora, por conta de umavisão dura e legalista.


18. A LETRA MATA quando a nossa"santidade" nos faz passar de"largo" do necessitado e aflito, porconta do medo de uma possívelcontaminação.


19. A LETRA MATA quando aquiloque quer matar é o EU da essênciahumana que não pode morrer, poisse morrer morre o todo.


20. A LETRA MATA quando cerceiaa vida e faz da vida um cativeiro dep r o i b i ç õ e s , i n t e r d i ç õ e s ,impedimentos.


CONCLUSÃO:


Interpretar a Bíblia Sagrada pelaLETRA DA LEI foi o que, antes deJesus, os fariseus faziam. Coavammosquito e deixavam passargordos camelos pela malha da suao r t o d o x i a . C o m  s u a si n t e r p r e t a ç õ e s  l e g a l i s t a senvenenaram o amor oceânico deD e u s  p e l a  h u m a n i d a d e , etransformaram Deus em tirano,déspota. A igreja, em muitos dosseus seguimentos, é patológica epatologizante, porque transforma oEvangelho de Jesus em umfundamentalismo da pior espécie. 


Rev. Paulo Cesar Lima.


sábado, 28 de junho de 2014

PAULO INCENTIVOU A IGNORANCIA?




Uma passagem bíblica empregada como desculpa para o anti-intelectualismo é Colossenses 2.8: “Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas”.
A confusão em torno dessas palavras de Paulo é bem antiga. Tertuliano, um dos pais da igreja do 2º século, ao enfrentar as ameaças do gnosticismo, que tentava combinar elementos do Cristianismo, do Judaísmo e da filosofia grega, teria dito que “é a filosofia que fornece a bagagem intelectual para as heresias”[1]. Ocorre, no entanto, que a crítica de Tertuliano era contra o método dialético de Aristóteles, pelo qual qualquer pessoa poderia justificar quase qualquer conclusão a partir de um argumento coerente, com base em uma premissa maior e uma premissa menor, fossem tais premissas verdadeiras ou não.
Michel Horton explica da seguinte forma:
Tertuliano estava reagindo contra a exploração desse método [dialético] pela seita gnóstica. O mau uso que eles faziam dele [método] fez que o pai da igreja desistisse totalmente de usá-lo na reflexão cristã. Ele apelou para uma passagem que desde então foi muito usada (e talvez abusada) em que Paulo admoesta os crentes colossenses: ‘Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo’ (Cl 2.8; ver também 1Tm 1.4; 2Tn 2.17). Afinal, de contas, trovejou Tertuliano, “o que tem Jerusalém a ver com Atenas, a Igreja com o mundo acadêmico, o cristão com o herege?.
Michel Horton também observa que em sua advertência aos colossenses Paulo não estava argumentando, ao estilo de Tertuliano, que os cristãos devessem considerar toda a sabedoria e filosofia humanas como hostis à fé, pois é preciso lembrar que Paulo foi o homem que defendeu de modo tão eloquente em favor do Cristianismo a partir da filosofia humana em Atos 17. Longe de uma rejeição a todo tipo de filosofia, Paulo estava simplesmente criticando os que misturavam o Cristianismo com a filosofia grega, a qual gerava um misticismo especulativo.
Com efeito, “quando Paulo adverte contra deixar-se levar pela vã filosofia, ele tem em mente um problema específico: essa confusão do cristianismo com a filosofia grega, a última tendo se inserido de modo descuidado sobre a primeira a ponto de as definições de Deus, da criação, da natureza humana, da História e da redenção terem sido totalmente remodelados”. Paulo – prossegue Horton – não estava atacando a filosofia em si, mas o gnosticismo em particular e a dominação da teologia pela sabedoria secular em geral.[2]
A propósito, não faz muito sentido interpretar as palavras do apóstolo Paulo divorciadas de seu exemplo de vida. Paulo foi um erudito. Era brilhante intelectualmente. Possuía um grande apreço pela leitura, estudo e ensino, e usou sua capacidade em prol do Reino de Deus. Estudou aos pés de Gamaliel, um dos mais notáveis pensadores judaicos da época. Ele conhecia a filosofia grega e a literatura gregas (At 17,27, 28; Tt 1.13, 14). Empregou suas habilidades intelectuais para a defesa do evangelho em suas viagens missionárias, mostrando que as profecias do Antigo Testamento haviam se cumprido em Jesus (At 17.1-4). Em Atenas, participou de diálogos culturais, fazendo citações de poetas gregos, antes de conclamar os atenienses ao arrependimento (17.17, 22-31)[3]. Inspirado pelo Espírito Santo, seus escritos foram essenciais para a expansão do Cristianismo e para a formulação de suas bases doutrinárias.
Portanto, alegar que Paulo tenha incentivado a cultura da ignorância é uma tentativa nada inteligente de justificar o injustificável.


[1] HORTON, Michael Scott. O Cristão e a cultura. [tradução Elizabeth Stowell Charles Gomes]. 2.ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2006, p. 49.
[2] HORTON, Michael Scott, p. 59.
[3] NAÑES, Rick. Pentecostal de coração e mente: um chamado ao dom divino do intelecto; tradução Ana Schaeffer. São Paulo, Vida. 2007, p. 48..

quinta-feira, 1 de maio de 2014

ONIPOTENCIA

                                                       


A grandeza do poder de Deus é vista nas obras por Ele criadas, a vastidão do universo se confunde com a nossa imaginação, os reinos macro e microscópicos são igualmente complexos, o DNA humano é algo sublime e maravilhoso. Seu poder criativo é tanto incomensurável como incompreensível; Deus tem todo poder em todo o tempo (nada existe fora D’Ele) para fazer tudo que esteja em conformidade com a sua natureza.


PALAVRAS-CHAVES
Deus, Caráter, Vontade

No livro do profeta Jeremias (32.17) há uma descrição excelente para a onipotência divina – “Ah Senhor Jeová! Eis que tu fizeste os céus e a terra com o teu grande poder e com o teu braço estendido; não te é maravilhosa demais coisa alguma”. A onipotência divina Lhe permite realizar completamente a Sua vontade. Faz-se necessário entender que Deus é um Ser perfeito, e que Sua vontade é perfeita; Ele não se permite tomar atitudes irracionais, independente de ter poder para realizá-las.


Toda causa é
anterior a seu efeito, Deus é o único ser que existe por Si mesmo; Deus é causa, nunca efeito de algo anterior a Ele. Seu poder causal é infinito; por ser “incriado” Ele é ato puro, nunca há perda de poder em Deus ou gasto de energia divina. Ele existe por si mesmo, independe de matéria para existir. Deus é perfeito em sua essência, natureza, soberania, vontade ou quaisquer outros atributos ou qualidades que pudessem ser relacionados.
Deus pode criar ou fazer qualquer coisa, porém, devido a sua própria natureza e santidade perfeitas, tudo que é contrário à Sua vontade nunca é realizado. Isto jamais implica em menos poder, antes demonstra uma autolimitação da Sua vontade. Deus nada faz que seja contrário à Sua natureza, nem coisas contraditórias entre si.
Louis Berkhof em seu livro de Teologia Sistemática, ressalta que “a importância da vontade divina aparece de várias maneiras na Escritura. É apresentada como a causa final de todas as coisas. Tudo é derivado dela; a criação e a preservação, Sl 135.6; Jr 18.6; Ap 4.11, e até as menores coisas da vida, Mt 10.29.
O poder divino também é manifesto em sua soberania sobre tudo e todos.

 A Bíblia é
rica em relatos demonstrando a soberania e vontade divinas sobre nações, reis, eventos da natureza, anjos ou demônios. Deus é soberano, contudo, a palavra arbitrário está fora de cogitação quando refere-se às qualidades divinas.
O poder divino pode ser definido em potentia Dei absoluta, que é o poder absoluto pelo qual Deus é capaz de fazer o que Ele não fará(mas poder ser feito) e potentia Dei ordinata que é o poder ordenado pelo qual Deus faz o que decidiu ou ordenou fazer. Louis Berkhof saliente que “se Ele não tivesse poder para fazer tudo o que pudesse desejar, não teria poder para fazer tudo o que deseja”.


A excelência de Deus é demonstrada em Seus atributos que se harmonizam entre si e que jamais entram em contradição com sua natureza divina perfeita. O caráter santo de Deus governa Sua vontade, que governa Sua onipotência, que Lhe permite fazer o qualquer coisa que não seja contrário ao Seu caráter.
Pode-se usar o exemplo do livre arbítrio do homem; ele tem liberdade de escolha e vontade própria, sendo assim a soberania divina nunca viola o livre arbítrio humano, pois Deus é soberano e controla tudo o que já
existiu, existe ou existirá. A onipotência divina deixa o cristão tranquilo e com paz interior pois ele sabe que pode recorrer ao seu Pai, Criador do universo quando existem problemas e que nada nem ninguém existe igual ou superior a Ele. A vontade divina é soberana, ética, justa e amorosa para com toda a criação. É a base da paz e confiança de seu povo.
















A CRUZ RESPONDE

                               


                                             
  








Atributos de Deus
Isa 5:16 Mas o Senhor dos exércitos é exaltado pelo juízo, e Deus, o Santo, é santificado em justiça.

Deus é Bom
Luc 18:19 Respondeu-lhe Jesus: Por que me chamas bom? Ninguém é bom, senão um, que é Deus.

Nos Pecamos
Rom 3:12 Todos se extraviaram; juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só.
Rom 3:23 Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;

Como um Deus santo chamo o ímpio para ter comunhão com ele?
Núm 14:18 O Senhor é tardio em irar-se, e grande em misericórdia; perdoa a iniqüidade e a transgressão; ao culpado não tem por inocente, mas visita a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e a quarta geração.

A resposta de tudo isso encontra na cruz de Jesus Cristo
Rom 3:24 sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus,
Rom 3:25 ao qual Deus propôs como propiciação, pela fé, no seu
sangue, para demonstração da sua justiça por ter ele na sua paciência, deixado de lado os delitos outrora cometidos;
Rom 3:26 para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e também justificador daquele que tem fé em Jesus.

Ele consumou a nossa divida na cruz do calvário
Tanto a ira de Deus foi lançada em jesus como os nossos pecados ele carregou
Joã 19:30 Então Jesus, depois de ter tomado o vinagre, disse: está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.

Ele agradou a Deus ele foi esmagado por nossas transgressões
Isa 53:10 Todavia, foi da vontade do Senhor esmagá-lo, fazendo-o enfermar; quando ele se puser como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias, e a vontade do Senhor prosperará nas suas mãos.

E nenhum outro a salvação
Ats 4:12 E em nenhum outro há salvação; porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que
devamos ser salvos.
Joã 14:6 Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.

A um so mediador entre Deus e o Homem

1Tm 2:5 Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem,

Deus chama ao arrependimento
Ats 17:30 Mas Deus, não levando em conta os tempos da ignorância, manda agora que todos os homens em todo lugar se arrependam;

Devemos crer em jesus cristo
Mar 1:15 e dizendo: O tempo está cumprido, e é chegado o reino de Deus. Arrependei-vos, e crede no evangelho.

Esperança no Senhor
1Pe 1:13 Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios, e esperai inteiramente na graça que se vos oferece na revelação de Jesus Cristo.

Salvacão não vem de Obras
Efs 2:8 Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus;
Efs 2:9 não vem das obras, para que ninguém se glorie.

domingo, 30 de junho de 2013

SER CRISTÃO É MAIS DO QUE USAR O NOME DE JESUS






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Ser cristão é mais do que apenas usar o nome de Cristo. O verdadeiro cristão:


 1. É alguém que é nascido de Deus: "Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus". (João 1:13). “Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre". (1ª Pedro 1:23).



 2. É alguém escolhido para servir: "Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda". (João 15:16).



 3. É alguém que não procura a salvação nas boas obras: "Não vem das obras, para que ninguém se glorie". (Efésios 2:9).



 4. É alguém que busca a justiça de Deus: “E é assim também que Davi declara ser bem-aventurado o homem a quem Deus atribui justiça, independentemente de obras..." (Romanos 4:6).



 5. É alguém que edifica sobre o fundamento que é Cristo: "Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo". (1ª Coríntios 3:11).



 6. É alguém que confessa Cristo como seu Salvador e Senhor: "A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo".(Romanos 10:9).



 7. É alguém que serve ao Senhor: "Porque de vós repercutiu a palavra do Senhor, não só na Macedônia e Acádia, mas também por toda parte se divulgou a vossa fé para com Deus, a tal ponto de não termos necessidade de acrescentar coisa alguma". 1ª (Tessalonicenses 1:8).



 8. É alguém que é zeloso de boas obras: "O qual se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniquidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras".(Tito 2:14).



 9. É alguém que procura ganhar almas: "De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamos-vos, pois, da parte de Cristo, que vos reconcilieis com Deus". (2ª Coríntios 5:20).



 10. É alguém que aguarda o retorno do Senhor: "Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo". (Tito 2:13).



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sábado, 25 de maio de 2013

A PRESENÇA DE DEUS NÃO SE LEVA DE QUALQUER MANEIRA





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                         Como Levar a Arca de Deus 


  • 1. COMO LEVAR A ARCA DE DEUS  1Cr 13:8-10

  • 2. “Davi e todo o Israel alegravam-se perante Deus com todas as suas forças, cantando e tocando harpas, alaúdes, tamboris, címbalos e trombetas. Quando chegaram a eira de Quidom, Uzá estendeu a mão para segurar a arca, porque os bois tropeçavam.Então se acendeu a ira do Senhor contra Uzá, e o Senhor o feriu por ter estendido a mão à arca; e ele morreu ali perante Deus.”
  • 3. Era um dia de grande alegria para Israel. Mas, no auge da celebração, os bois que carregavam a arca em carro novo tropeçam. O dia que seria de alegria tornou-se em dia de grande tristeza e luto. O que aconteceu de errado?
  • 4. Busca a arca, era na verdade, buscar a presença de Deus, e isto é a coisa certa a se fazer. Mas, fizeram da maneira errada. "Puseram a arca de Deus num carro novo e a levaram da casa de Abinadabe; e Uzá e Aiô guiavam o carro" (1 Cr 13:7). (I Sm 6:7,8) “Agora, pois, fazei um carro novo, tomai duas vacas que estejam criando, sobre as quais não tenha vindo o jugo, atai-as ao carro e levai os seus bezerros de após elas para casa.Tomaia arca de Senhor, e ponde-a sobre o carro; também metei num cofre, ao seu lado, as joias de ouro que haveis de oferecer ao Senhor como ofertas pela culpa; e assim a enviareis, para que se vá.”
  • 5. Davi, levou a arca da mesma maneira que os Filisteus levaram. A Arca deveria ser levada de um outro jeito. Para tudo o Senhor nos dar instruções e as encontramos na Sua Palavra.
  • 6. O zelo de Davi e do povo não faltaram. Fizeram todas as preparações para que a arca fosse trazida à Jerusalém. Mas, no entusiasmo de "glorificar o Senhor", esqueceram da vontade dEle.Pois, Deus havia dado instruções claras sobre como se deve carregar a sua arca.
  • 7. (Ex 25:10-14) “Também farão uma arca de madeira,deacácia; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio, e de um côvado e meio a sua altura. E cobri-la-ás de ouro puro, por dentro e por fora a cobrirás; e farás sobre ela uma moldura de ouro ao redor;e fundirás para ela quatro argolas de ouro, que porás nos quatro cantos dela; duas argolas de um lado e duas do outro.Também farás varais de madeira de acácia, que cobrirás de ouro. Meterás os varais nas argolas, aos lados da arca, para se levar por eles a arca.”(Nm 4:15) “Quando Arão e seus filhos, ao partir o arraial, acabarem de cobrir o santuário e todos os seus móveis, os filhos de Coate virão para levá-lo; mas nas coisas sagradas não tocarão, para que não morram; esse é o cargo dos filhos de Coate na tenda da revelação.”
  • 9. (Nm 7:9) “Mas aos filhos de Coate não deu nenhum, porquanto lhes pertencia o serviço de levar o santuário, e o levavam aos ombros.”A maneira certa de carregar a arca era pelos varais. Quando decidiram colocar a arca num carro novo, desprezaram o mandamento do Senhor. A arca era para ser levada nos ombros dos levitas. A arca era uma das peças sagradas que pertenciam ao santuário do tabernáculo. O Senhor proibiu fortemente que alguém além dos consagrados sacerdotes a tocasseou até olhasse para ela.
  • 10. Não devemos agir como o mundo age. O modo como eles fazem não deve ser a nossa referência. É um mistério o Senhor querer que os Levitas (servos) levem Sua presença sobre seus ombros.Talvez isto quer dizer que não é fácil ser crente. Temos o peso da presença de Deus sobre nossas vidas e um dia vamos responder por isso.

  • 11. Quando os bois tropeçaram, Uzá viu a arca caindo, sua reação foi a de estender a mão e segurá-la para protege-la. Mas quando ele decidiu tocar na arca, Uzádesprezou o mandamento de Deus. Não tente fazer o que não é da sua responsabilidade. Quem busca a Deus deve adquirir, pelo estudo da sua palavra, uma mente renovada a qual será conduzida de acordo com os desejos do Senhor, ao invés de reagir de acordo com as circunstâncias do momento.
  • 12. A intenção pode ter sido boa, porém a atitude foi totalmente errada. Há um dito popular de diz que “de boas intenções o inferno está cheio". O Senhor não está querendo “boas Intenções”. Ele procura verdadeiros adoradores, que oram, que O consultam e lêem a Sua Palavra.
  • 13. (I Cr 13:10-13) “Então se acendeu a ira do Senhor contra Uzá, e o Senhor o feriu por ter estendido a mão à arca; e ele morreu ali perante Deus. E Davi se encheu de desgosto porque o Senhor havia irrompido contra Uzá; pelo que chamou aquele lugar Pérez-Uzá, como se chama até o dia de hoje. Temeu Davi a Deus naquele dia, e disse: Como trarei a mim a arca de Deus? Pelo que não trouxe a arca a si para a cidade de Davi, porém a fez retirar para a casa de Obede-Edom, o giteu.”
  • 14. Davi ficou arrasado, Deus havia tirado a vida de um dos seus servos, e a arca ainda não estava em Jerusalém. Davi achou que sua maneira de carregar a arca era boa. Quantas pessoas sofrem porque ouviram pessoas erradas, e hoje, na hora de colher os frutos “podres” estão sozinhas.
  • 15. Nessa passagem morreu Uzá, um homem bom, de caráter, um sacerdote que tinha boas intenções pois não queria deixar a Arca cair. Talvez em nossa vida ninguém tenha morrido por causa das nossas “boas intenções”, mas talvez muitas vidas estão indo pro ralo por causa de uma frase que saiu de uma boca cheia de boas intenções. O que será que estamos matando por causa das nossas boas intenções?
  • 16. Geralmente quando fracassamos perdemos o animo a vontade de querer continuar.“- O que deu errado, fiz tudo certo, todos viram que eu fiz tudo certo.” Talvez tenha sido esta frase que Davi usou quando viu Uzámorto no chão.Muitas vezes queremos desistir, parar no meio do caminho e usamos como desculpas experiências negativas; aconteceu com Davi. Davi também desistiu. Mas, somente por alguns instantes.
  • 17. (I Cr 13:11-13) “E Davi se encheu de desgosto porque o Senhor havia irrompido contra Uzá; pelo que chamou aquele lugar Pérez-Uzá, como se chama até o dia de hoje. Temeu Davi a Deus naquele dia, e disse: Como trarei a mim a arca de Deus?Pelo que não trouxe a arca a si para a cidade de Davi, porém a fez retirar para a casa de Obede-Edom, o giteu.”
  • 18. Como Davi era um homem segundo o coração de Deus, ele não cometeu o mesmo erro de Hofni e Finéias. Não tomou uma atitude antes de refletir. A Bíblia diz que a Arca ficou três meses na casa de Obede-Edom. Durante esse tempo Davi meditou sobre o assunto “Como levar a Arca de Deus”, parece que ele consultou a palavra antes de trazer novamente a Arca:(I Cr 15: 2) “Então, disse Davi: Ninguém pode levar a arca de Deus, senão os levitas; porque o SENHOR os elegeu, para levarem a arca de Deus e o servirem para sempre.”
  • 19. Do que temos desistido? Pode não ter dado certo na 1ª vez, não podemos desistir de cumprir os sonhos de Deus. Era vontade de Deus que a arca voltasse, e Davi quase desistiu por causa da sua frustração.É sonho de Deus a restauração do seu lar, é sonho de Deus que você cresça, é sonho de Deus que você case, é sonho de Deus que você seja um obreiro(a), é sonho de Deus que toda a sua família se renda aos pés de Jesus, é sonho de Deus que você prospere, é sonho de Deus que você seja mais que vencedor.E assim como Davi, a Arca vai voltar para Jerusalém, a Arca vai voltar para sua casa.E Deus será louvado.
  • 20. A arca ficou na casa de Obede-Edom, levita, por três meses. E Deus o abençoou tanto em tão pouco tempo que ele ficou falado, só por ter acolhido a arca em sua casa. Quando realmente temos a presença de Deus em nossas vidas nós seremos não só abençoados como também ficaremos falados por sermos servos do Altíssimo e por Ele habitar em nós.
  • 21. (I Cr 15:11-16) “Então chamou Davi os sacerdotes Zadoque e Abiatar, e os levitas Uriel, Asaías, Joel, Semaías, Eliel e Aminadabe,e disse-lhes: Vós sois os chefes das casas paternas entre os levitas; santificai-vos, vós e vossos irmãos, para que façais subir a arca do Senhor Deus de Israel ao lugar que lhe preparei.Porquanto da primeira vez vós não a levastes, o Senhor fez uma brecha em nós, porque não o buscamos segundo a ordenança:Santificaram-se, pois, os sacerdotes e os levitas para fazerem subir a arca do Senhor Deus de Israel.E os levitas trouxeram a arca de Deus sobre os seus ombros, pelos varais que nela havia, como Moisés tinha ordenado, conforme a palavra do Senhor.E Davi ordenou aos chefes dos levitas que designassem alguns de seus irmãos como cantores, para tocarem com instrumentos musicais, com alaúdes, harpas e címbalos, e levantarem a voz com alegria.”
  • 22. Davi ficou sabendo do ocorrido e convoca os levitas e sacerdotes para levarem a arca. Imaginem o tamanho da comitiva. Não sei a distância da casa de Obede-Edom e Jerusalém, mas deve ter demorado muito para chegarem até Jerusalém. APalavra fala que a cada seis passos era feito um sacrifício. A chegada em Jerusalém foi maravilhoso. A arca foi posta numa tenda preparada para ela. E Davi ofereceu mais holocaustos a Deus. A alegria de Davi estava tão contagiante que o povo todo começou a dançar e a se alegrar na Presença de Deus. É indescritível um país inteiro, celebrando e dançando com tamanha felicidade. Eles estavam tão felizes com a arca, pois representava a presença de Deus em Jerusalém.
  • 23. Quando entramos na presença de Deus em louvor e adoração, seja celebrando, dançando, prostrado, louvando, cantando, rindo, chorando, orando, Jesus já está de braços abertos à nossa espera.

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terça-feira, 16 de abril de 2013

EZEQUIEL : "PROFETA ENTRE OS CATIVOS"




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O livro de Ezequiel é um exemplo fascinante da riqueza da literatura bíblica. Escrito num período de crise nacional, este livro ofereceu esperança a um povo que enfrentava o desespero do aparente abandono por Deus. Ao mesmo tempo, o profeta usado por Deus para transmitir esta mensagem encarava suas próprias crises. Usando linguagem rica e ilustrativa, Ezequiel desafia o povo de Israel a aprender as lições da sua história, enfatizando a necessidade da fidelidade a Deus para conseguir a restauração da comunhão com o Senhor. Este profeta olhava além do estado sofrido dos exilados para ver o reino glorioso sob o domínio de Deus.Ezequiel foi escolhido como atalaia ou vigia para alertar o povo sobre os perigos do pecado. Este livro reúne elementos biográficos com cenas dramáticas e mensagens apocalípticas. Este profeta vivia entre os israelitas levados ao cativeiro na Babilônia. As datas no seu livro usam como ponto de referência o cativeiro de Joaquim, rei de Judá levado à Babilônia em 597 a.C. É provável que Ezequiel fosse levado ao mesmo tempo. As profecias deste sacerdote foram feitas ao longo de mais de 20 anos, de 593 a 571 a.C. Durante este tempo, Nabucodonosor II reinou na Babilônia. Ele foi responsável pelas deportações dos judeus de Jerusalém (605, 597 e 585 a.C.) e pela destruição do templo e da cidade em 586 a.C.Este profeta veio de uma família sacerdotal e, se estivesse em Jerusalém, teria participado do trabalho no templo. Um aspecto importante do seu trabalho foi explicar que o templo construído por Salomão menos de quatro séculos antes seria destruído por determinação divina. Seu trabalho complementa as missões dos seus contemporâneos, Jeremias e Daniel, e fornece linguagem empregada mais de 600 anos depois no livro do Apocalipse.Na leitura de Ezequiel, encontramos temas e profecias importantes:



Capítulos 1 a 7 descrevem o início da missão de Ezequiel, e frisam sua posição, dada por Deus, como vigia de Israel.



Capítulos 8 a 15 apresentam, de maneira inesquecível, a mensagem triste de que Deus não habitaria mais no templo em Jerusalém devido à rebeldia constante do povo.


Capítulos 16 a 20 frisam o amor de Deus para com seu povo rebelde, mostrando seu desejo de salvar todos!


Capítulos 20 a 24 contêm figuras dramáticas da corrupção espiritual que traria sobre o povo a ira de Deus.


Capítulos 25 a 32 e 35 comunicam profecias sobre outras nações ao redor de Judá.


Capítulos 33 e 34 revelam vários dos motivos pelo castigo do povo, especialmente culpando os líderes religiosos corruptos.


Capítulos 36 a 39 asseguram Israel da intenção do Senhor de restaurar seu povo e protegê-lo contra inimigos.


Capítulos 40 a 48 utilizam figuras do sistema do Antigo Testamento para descrever o reino de Cristo e a bênção da comunhão com ele.


O estudo de Ezequiel nos oferece o privilégio de ver a vontade de Deus desdobrar por meio de imagens dramáticas apresentadas por este profeta. Este profeta remove o véu para revelar a justiça de um Deus que se preocupa com seus servos e que continua reinando sobre os assuntos humanos.